Pesquisas CNI/FGV indicam que acordos comerciais aumentarão a competitividade brasileira



Fonte: Comex do Brasil

Desde 2005, a importância das exportações brasileiras para o México vêm diminuindo gradativamente. Uma das formas para recuperar o mercado, é ampliar o atual tratado de  comércio entre os dois países. Pesquisas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), indicam que o acordo pode aumentar em até 50% as exportações de produtos brasileiros para aquele país em 10 anos. Isso significa que, caso o acordo seja concretizado, as vendas do Brasil para o México passarão dos atuais US$ 4,4 bilhões por ano para US$ 6,6 bilhões.

Além do acordo com o México, o Brasil e seus parceiros no Mercosul negociam com a União Europeia, que é o segundo maior destino das exportações totais brasileiras para o mundo, atrás apenas da China.

Os acordos são ferramentas poderosas para inserir melhor as empresas brasileiras no mercado internacional, tanto via comércio quanto via investimentos. Essas ações são necessárias porque, em 2015, as vendas externas brasileiras caíram 15,1% em relação a 2014. Foi a quarta queda consecutiva das exportações.

Atualmente, os produtos brasileiros só têm acesso facilitado, livre de tarifas de importação e barreiras não tarifárias, a menos de 8% do mercado internacional, enquanto os dos Estados Unidos atingem 24%, os da União Europeia 45% e, os do México, 57%.

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