Garantindo a competitividade das empresas brasileiras por meio dos acordos internacionais


Fonte: Comex do Brasil

Atualmente o cenário político-econômico brasileiro está se adaptando a diversos fatores que resultaram no desaquecimento de nossa economia. E isto tem impactado muitos muitos setores, dificultando a manutenção do ritmo de produção que, até poucos anos atrás, andava de vento em popa. Visto este cenário de rápidas transformações, as empresas buscam alternativas para manter o ritmo de produção e vendas, ou, muitas das vezes, de simplesmente seguir no mercado. E entre muitas medidas, uma alternativa que economicamente tem sido se provado positiva, é a de focar no mercado externo, por meio das exportações.

Quando falamos de exportações, para que o produto acesse um determinado mercado com competitividade, os Acordos de livre Livre comércio Comércio (FTAs na sigla em inglês) confirmam-se como uma ferramenta de impulsão às empresas brasileiras. Sem dúvida nenhuma, este é o momento para as empresas aproveitarem todos os esforços e benefícios oferecidos pelas exportações, ainda mais amparadas por um FTA, para vender seus bens no mercado internacional a preços competitivos.

Como suporte aos argumentos, o Governo Brasileiro reconhece as exportações como um elemento estratégico para nossa economia, e se esforça para ampliar o foco nesse setor, bem como para ampliar a lista de países com que o Brasil tem um acordo de livre comércio (FTA). A negociação de novos acordos, assim como a ampliação dos FTAs já existentes, são diretrizes estabelecidas no Plano Nacional de Exportações, o pilar de acesso a mercados, que objetiva uma retomada do crescimento econômico, de uma forma consistente, expandindo os horizontes na construção de um programa sólido de aumento das exportações.

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