Brasil quer transformar a China em parceiro especial também no comércio de serviços

Fonte: Comex do Brasil



 Em discurso para um público de empresários e autoridades chinesas, o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, afirmou hoje (28) que  "a China segue como maior parceiro no intercâmbio comercial de bens do Brasil, posição que ocupa há quase 10 anos. Contudo, hoje as atenções se voltam aos fluxos comerciais em serviços, uma fronteira ainda incipiente da nossa cooperação econômica e para a qual identificamos, mutuamente, grande espaço de atuação conjunta".


Marcos Jorge participou da abertura da V Feira Internacional da China para o Comércio de Serviços (CIFTIS), a maior do segmento no mundo. No ano passado, as trocas comerciais em bens superaram os US$ 74 bilhões, 27,9% acima de 2016. Este ano, as exportações brasileiras para o país cresceram 10,5%. Do lado das importações, o país totalizou US$ 27,3 bilhões em 2017, crescimento de 17% em relação ao ano anterior. Em 2018, também se observa tendência de crescimento.

Por outro lado, as exportações de serviços do Brasil para o país ficaram em US$ 238 milhões em 2017, enquanto as importações de serviços chineses chegaram a US$ 745 milhões. "Nós sabemos que o setor de serviços é essencial para agregar valor e inovação aos demais segmentos da economia, desde a indústria à agropecuária, incluindo empreendimentos de todos os portes: do microempreendedor individual às grandes transacionais", disse.

Para o ministro, a participação brasileira na feira, com uma delegação aproximada de 90 pessoas, entre empresários e representantes dos governos estaduais e municipais, é uma oportunidade de alavancar projetos estratégicos em áreas relacionadas a economia digital, comércio eletrônico, turismo e infraestrutura, entre outros.

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